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Petrobras assina convênio com Capitania dos Portos para erradicação do escalpelamento


A parceria contempla as diretrizes e ações estratégicas do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania que prioriza a juventude e colabora com o desenvolvimento local nas áreas de influência da Companhia

 

  petrobras-.jpgA Petrobras e a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental firmaram convênio para o desenvolvimento do plano de enfrentamento do acidente de escalpelamento, por meio do projeto “Educando para Evitar o Sofrimento”. A parceria contempla as diretrizes e ações estratégicas do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania que prioriza a juventude e colabora com o desenvolvimento local nas áreas de influência da Companhia.

O convênio permite que a Capitania dos Portos amplie suas ações para erradicação dos acidentes de escalpelamento, causados por embarcações nos estados do Pará (PA) e Amapá (AP), com vistas também a diminuir a discriminação social e facilitar a inserção do indivíduo acidentado no mercado de trabalho e, ainda, objetiva atuar de forma multidisciplinar na melhoria da auto-estima das pessoas vítimas do acidente. O repasse total da Petrobras será de R$ 250 mil e projeto terá duração total de 600 dias.
 
Otaviano Cruz, gerente geral de avaliação e interpretação das bacias da margem equatorial da Petrobras ressaltou que idéia da Companhia é garantir a difusão de informações para integralização da cidadania e mobilização da opinião pública para assuntos dessa natureza. “É uma coisa tão simples que estamos fazendo, mas que ajudará bastante a prevenir esse tipo de acidente que vitimiza não somente a criança ou adulto, mas sim toda a família, já que fica marcado para o resto da vida”, ressaltou.

Ao todo, 19 municípios receberão as ações preventivas e educativas da Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental. Segundo Francis Pereira Valle, o Capitão dos Portos, a iniciativa ajudará a prevenir o acidente de escalpelamento nos rios paraenses e amapaenses e salvaguardar a vida humana, principalmente, da população ribeirinha. “Conheci famílias onde dois dos três filhos já haviam se acidentado e ouvi do pai que a cobertura do barco não havia sido feita ainda por falta de tempo”, exemplificou o militar.

Sobre a parceria com a Petrobras, Valle afirmou que certamente haverá uma redução no número de casos, uma vez que a instalação das carenagens de proteção nas embarcações será efetivada e a fiscalização será reforçada. “Queremos agradecer a Petrobras pela iniciativa. Vamos utilizar todos os meios disponíveis para difundir a campanha. Já colocamos mais de duas mil coberturas em embarcações e vamos seguir com este trabalho e, se for o caso, com punições e demais medidas de controle e combate”, disse.









 

 

 

 
 
 

 

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